♏ Escorpião ♏

"Os escorpiões conseguem perceber o que as pessoas sentem no seu íntimo, mesmo que nada seja dito. São pessoas sensíveis, inteligentes, fortes e determinadas, mas que escondem o jogo, por medo de perderem o controlo ou de serem decifradas. São vaidosas e têm uma postura forte e sedutora, sabendo arrancar os segredos alheios. A sua persistência e teimosia podem ultrapassar muitas barreiras, mas também podem fazê-las acreditar que podem controlar as pessoas. E essa história de que o Escorpião é um signo de gente infiel é a maior mentira já dita. Os escorpiões são profundamente honestos, sabem guardar segredos, são conscientes e valorizam as amizades, tendo a coragem de viver perigosamente, nos limites. São pessoas humanas, misteriosas e profundas. Ah, e só conseguem viver no oito ou no oitenta! Fogem do lado morno da vida."


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Obrigada aos meus pais por me terem dado vida e me deixarem dar vida com esta minha personalidade. Obrigada ao meu irmão por, apesar de ter um feitio incontrolável, estar sempre presente na minha vida. Obrigada aos meus amigos, por me oferecerem confiança e potes de risos e sorrisos todos os dias. Obrigada áqueles que me magoaram durante o percurso da minha vida, por me ensinarem como doem as palavras, e também como é bom ser corajosa e forte. É graças a vocês que sou o que sou. Obrigada a si, meu Doutor, por ter sido a minha inspiração e por ser o homem que é. Tenho imenso orgulho em dizer que é o melhor Doutor do mundo! Finalmente, obrigada a mim mesma, por continuar a lutar todos os dias como se esses não bastassem para se ser feliz. Obrigada a mim mesma por não desistir dos meus objetivos. Por não desistir de escrever, porque é isso que me faz respirar. Que se lixem os pulmões!

Obrigada por isto, que é o meu ser. A minha essência. Obrigada por se aconchegarem na pequenez que é o meu coração. Obrigada.
Adriana Rodrigues.


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13 de Abril de 2015
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Acabo com as meias palavras que não me enchem o coração, preencho a mente de desavenças antigas que, olhando ao fundo, só se querem perto. E que faço eu da vida? Já me pareço Pessoa, agarrado a folhas, perdendo tempo da noite para se assentar de pé a escrever coisas que talvez nunca soubemos que existiam, demónios que só nele cabiam. Essa sou eu, perdendo tempo que não é o que tenho, a tentar expor os meus demónios, aí estes meus demónios, que não são alma nem cor, não são apenas nomes nem datas, são 9 anos de vivência, nove escrito em extenso para se perceber melhor e fazer aumentar esta minha angústia.
Que a minha vitória é o fracasso dos que me inquietaram, e que cada passo meu é um empurrão para tais. Mas porque deixo eu que cada fechar de olhos, cada insónia, cada fuga de pensamentos, se deixe ocupar por tais vidas, que nem vida aproveitam nem vida sabem dar? Vida triste a deles que fazem da minha vida, a vida mais complexa que me bateu á porta.



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